14/04/09
Numa altura em que se fala cada vez mais em ser e estar saudável, em que a qualidade de vida é prioritária na nossa sociedade, eis que um estudo bastante preciso vem demonstrar que nutrição é um passo chave para essa qualidade de vida. Querem saber mais? Então leiam atentamente as conclusões deste estudo. Vão ver que compensa ser saudável!
“Fazer exercício físico, não beber álcool em excesso, comer suficientes frutas e legumes e não fumar pode aumentar a esperança de vida em mais catorze anos, segundo um estudo publicado na Public Library of Science Medicine (PLos).
O estudo envolveu 20 mil pessoas durante um período de mais de 10 anos e concluiu ser possível aumentar anos de vida com pequenas mudanças.
Os peritos descobriram que quem não tinha hábitos saudáveis tinha mais quatro vezes de possibilidades de morrer do que quem mantinha uma vida sã.
O estudo foi realizado pela University of Cambridge e pelo Conselho de Investigação Médica no condado de Norfolk, no Oeste de Inglaterra, entre 1993 e 2006.
Os participantes tinham idades compreendidas entre os 45 e os 79 anos, eram predominantemente brancos e não tinham nem doenças oncológicas nem problemas cardíacos, de acordo com a análise.
Durante a investigação, cada participante recebeu um ponto por cumprir cada um dos objectivos "não fumador", "consumo de entre meio a sete copos de vinho por semana", "consumo de cinco porções de fruta e verduras por dia" e "não considerado fisicamente inactivo".
Os investigadores descobriram que quem tinha os quatro pontos apresentou menores possibilidades de morrer durante o período de tempo estudado do que os que não somaram pontos.
A equipa indicou ainda que uma pessoa de 60 anos sem nenhum ponto tinha o mesmo risco de morrer que uma pessoa de 74 anos com quatro pontos.
Fontes: Lusa e Imprensa Internacional ALERT Life Sciences Computing, S.A.
13/04/09
É inquestionável que a qualidade dos alimentos a ser ingerida deva ser observada: Uma dieta equilibrada no que tange à quantidade de gorduras, carboidratos, proteínas, minerais, fibras e vitaminas é ideal. O que poucas pessoas sabem, entretanto, é que a quantidade de refeições por dia também é muito importante para o sucesso de um regime dietético. O ideal é que hajam 05 a 06 refeições por dia (na dependência da quantidade de horas em vigília de cada um), ou seja, que nos alimentemos a cada 2 horas (no máximo 3), valendo ressaltar que tal conduta não engorda (Pelo contrário, emagrece). Como? Tomemos o exemplo de um camelo, que irá alimentar-se para após enfrentar dias ou mesmo semanas sem novamente nutrir-se ou ingerir líquidos. Seu organismo está adaptado para, a cada "refeição", acumular o máximo possível de nutrientes e energia (sobretudo sob a forma de gordura), já visando suprir-se durante os longos períodos de jejum que enfrentará.
Um pequeno detalhe, porém: Não somos camelos! Se o organismo humano percebe poucas refeições diárias, a cada uma delas tentará acumular o máximo possível de nutrientes e energia, já visando o jejum rotineiro que enfrenta. E o estoque de energia é principalmente constituído por gordura; desta forma quem aumenta muito o tempo entre suas refeições, a médio e a longo prazo engorda, ao contrário do que se imagina. As dietas com baixas calorias que não levam em consideração o número de refeições diárias e o tempo entre elas forçam o organismo a obter rapidamente energia de outras formas, sobretudo "quebrando" fibras musculares, o que ocasiona a chamada perda de "massa magra"; tal perda de massa muscular causa uma falsa ilusão de perda saudável de peso mas, logo após a dieta, a pessoa tende a recuperar o peso perdido só que na forma de depósitos gordurosos.
E como alimentar-se de 2 em 2 horas pode ajudar a emagrecer? É simples. Se o organismo percebe que não tem necessidade de acumular energia em grande quantidade, produz menor quantidade de gordura.
Mas o acúmulo de gordura (com franco potencial de levar à obesidade com o tempo) não é o único problema dos maus hábitos alimentares supracitados: a queda no nível da glicose sangüínea (que ocorre no jejum) entre as refeições pode gerar tontura, falta de concentração, dormências pelo corpo e até desmaios.
Por tudo isto conclui-se facilmente que é fundamental nunca passar mais de 3 horas sem ingerir algum tipo de alimento.